domingo, abril 03, 2005

José Vítor Malheiros, director do PÚBLICO.PT, considera a restrição do acesso da versão impressa do jornal pela Internet a assinante "um passo para melhor" : "O PÚBLICO nunca acreditou na publicidade como sustentáculo único do negócio e criou um modelo onde esta aparecia como uma perna de um tripé constituído também pelas assinaturas e pelo fornecimento de informação a outras entidades (fornecimento de notícia a outros sites, etc). Até agora, tudo fizemos para potenciar ao máximo as outras fontes de rendimento, evitando assim o recurso a assinaturas. Acontece que, no actual estádio de desenvolvimento do mercado publicitário on-line português, isso não se revelou possível" (ler artigo).